[Resenha] Sangue Quente

Olá galera da Biblioteca.

Hoje vamos falar de zumbis.

Será que eles pensam? Por que eles querem tanto os cérebros? Será que eles tem sentimentos?

Bem, essas e outras dúvidas serão sanadas nesse livro.

Sangue Quente

SANGUE_QUENTE

Sinopse: R é um jovem vivendo uma crise existencial – ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos. Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a “vida” de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro. Assustador, engraçado e surpreendentemente comovente, Sangue Quente fala sobre estar vivo, estando morto, e a tênue linha que os separa.

Autor: Isaac Marion | Editora: Leya Brasil | Pág.: 256 | De R$ 20,38 até R$ 34,90  | Skoob

Resenha:

Nessa história conhecemos R. Sim, R, apenas uma letra para nomear nosso personagem

Pois bem, R é um zumbi, do tipo conservado, ainda pode-se ver a maior parte de sua carne, não está em estágio avançado de decomposição e tem a incrível capacidade de falar 3 palavras em uma única fala… para um zumbi isso é desenvolvimento.

Pensando assim, poderíamos pensar que os pensamentos de um zumbi são como sua fala, escasso, mas não é o que vemos, pelo menos com R.

Ele mora em um tipo de comunidade zumbi que se concentra em um aeroporto abandonado.

Como a história é narrada pelo próprio zumbi R, percebemos o quanto ele compensa em pensamentos o que não tem na fala.

Estamos falando aqui de um zumbi com tendências filosóficas. E é com essa filosofia transcrita em pensamentos que conhecemos o mundo zumbi.

Seus costumes, seus relacionamento (sim, relacionamentos…), entre outros.

No meio desse mundo zumbi, em uma saída pra se alimentarem, conhecemos a nossa mocinha, a Julie.

Julie é uma das humanas que sobreviveram aos zumbis e que acaba sendo salva e protegida por R, depois que R comeu o cérebro do namorado dela e acabou que ficou com as lembranças dele. Que romântico rsrs.

Com o desenvolver da história vemos um tipo de relacionamento nascer entre nossos personagens e vemos momentos divertidos e muito estranhos de costumes modificados pela sobrevivência e zumbis.

Algo começa a acontecer, uma mudança não programada, um surto de algo inexplicável e uma revolta começa a se formar.

Esse é um livro com um ponto de vista bem diferente do normal, como normalmente acontece, não sabemos como que começou essa coisa de zumbis e no final, não há bem uma lógica do que acontece, apenas acontece.

Eu li ele em uma pegada, ele é um livro curto, o início da história é muito os pensamentos do R. Muito sobre os costumes dessa sociedade e como que tudo acontece.

Livro interessante para se ler num momento de relax, nas férias ou mesmo pra abstrair.

Vou ficando por aqui.

Bjus, livros e até a próxima.

Camila Peitz

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